O tempo passa e você percebe que as coisas não são tão perfeitas assim. É aí que você se vê obrigado a furar a bolha em que vive e sentir o ar de verdade penetrar pelos teus pulmões.
É, não é tão fácil assim, mas quem que disse que iria ser fácil? A vida é como o mar, traz belas ondas, mas vira e mexe um tsunami aparece e destrói com tudo. Mas sabe, sempre existe o outro dia, onde tudo esta devastado, mas ação por ação, tudo melhora e volta a se encaixar.
Um mundo paralelo é belo, mas, ao mesmo tempo, é falho.
Um brinde ao mundo real.
05/05/11
sábado, 21 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Não Para de Correr
O ponteiro insiste em correr, feito um papa-léguas.
Quem diria, Maio já chegou, trazendo sua brisa gelada e os seus chuviscos que ora me molham e ora me escapam.
Faz tempo que não sento nessa janela, não é mesmo? Talvez eu ande fluindo bem, as coisas estão se encaixando com o tempo, peça por peça. Tudo ainda é um quebra-cabeça, mas agora eu já entendi a lógica dele, é só ir com calma e analisar qual peça se encaixa com a outra para assim eu conseguir emoldurá-lo e pendurá-lo em minha parede, para orgulhar-me e o mostrar-lhe aos meus amigos e inimigos, para que estejam felizes por mim ou se corroendo por dentro, isso pouco importa.
As estações passam e eu ainda estou aqui, procurando o meu propósito e lutando contra o tempo, contra o passar dos dias e a sensação de envelhecimento que, por mais exagerada que seja, me amedronta.
Assusta-me estar aqui e, ao mesmo tempo, estar tão distante.
05/05/11
Quem diria, Maio já chegou, trazendo sua brisa gelada e os seus chuviscos que ora me molham e ora me escapam.
Faz tempo que não sento nessa janela, não é mesmo? Talvez eu ande fluindo bem, as coisas estão se encaixando com o tempo, peça por peça. Tudo ainda é um quebra-cabeça, mas agora eu já entendi a lógica dele, é só ir com calma e analisar qual peça se encaixa com a outra para assim eu conseguir emoldurá-lo e pendurá-lo em minha parede, para orgulhar-me e o mostrar-lhe aos meus amigos e inimigos, para que estejam felizes por mim ou se corroendo por dentro, isso pouco importa.
As estações passam e eu ainda estou aqui, procurando o meu propósito e lutando contra o tempo, contra o passar dos dias e a sensação de envelhecimento que, por mais exagerada que seja, me amedronta.
Assusta-me estar aqui e, ao mesmo tempo, estar tão distante.
05/05/11
terça-feira, 19 de abril de 2011
Almas Gêmeas Nunca Morrem
As brigas sempre foram constantes, mas há algum tempo, sinto que algo em nós se perdeu.
Freqüentemente me pego pensando em você e nos nossos constantes delírios e peripécias. Ainda é com você que me emociono relembrando nossas aventuras, nossos risos e nossas vidas.
Renasça em mim como uma fênix que, após cada adormecimento, surge mais bela e forte.
Ainda sei que, quando estivermos velhos e com nossas vidas vividas, sentaremos um ao lado do outro, para rirmos e lembrarmos-nos de tudo que vivemos juntos. Sem você, não tem graça, entenda isso, de uma vez.
Eu acredito que almas-gêmeas nunca morrem, mas talvez elas adormeçam por um tempo. E sabe, está na hora de acordar. Acorde e provoque em mim aquela sensação de que só de estar com você, eu já estou completo.
Almas gêmeas nunca morrem.
18/04/11
Freqüentemente me pego pensando em você e nos nossos constantes delírios e peripécias. Ainda é com você que me emociono relembrando nossas aventuras, nossos risos e nossas vidas.
Renasça em mim como uma fênix que, após cada adormecimento, surge mais bela e forte.
Ainda sei que, quando estivermos velhos e com nossas vidas vividas, sentaremos um ao lado do outro, para rirmos e lembrarmos-nos de tudo que vivemos juntos. Sem você, não tem graça, entenda isso, de uma vez.
Eu acredito que almas-gêmeas nunca morrem, mas talvez elas adormeçam por um tempo. E sabe, está na hora de acordar. Acorde e provoque em mim aquela sensação de que só de estar com você, eu já estou completo.
Almas gêmeas nunca morrem.
18/04/11
sábado, 2 de abril de 2011
Voe
Sinta-se livre, desprenda-se de tudo e de todos. Agora não há mais algemas, você esta livre, você pode voar.
Nenhuma palavra é aquilo que o dicionário diz. Faça de ti mesmo o teu próprio dicionário. Tuas palavras são tuas, teus gestos são teus, e tu te tornaras eternamente responsável por eles. Mas acredite, é um fardo que vale a pena carregar por toda essa estrada.
Desprenda-se agora desse chão duro e frio. Seus pés não mais estão fixados, você pode levantá-los, pular de um pé só, feito um saci, e, porque não, voar. Voe por todo esse céu azulado, cheio de nuvens brancas. Pode ficar tranqüilo, as nuvens são feitas de algodão, do algodão mais doce possível, aquele que adocica por toda a vida.
Voe, você pode. Agora você se desprendeu de qualquer vestígio de amarras.
31/03/11
Nenhuma palavra é aquilo que o dicionário diz. Faça de ti mesmo o teu próprio dicionário. Tuas palavras são tuas, teus gestos são teus, e tu te tornaras eternamente responsável por eles. Mas acredite, é um fardo que vale a pena carregar por toda essa estrada.
Desprenda-se agora desse chão duro e frio. Seus pés não mais estão fixados, você pode levantá-los, pular de um pé só, feito um saci, e, porque não, voar. Voe por todo esse céu azulado, cheio de nuvens brancas. Pode ficar tranqüilo, as nuvens são feitas de algodão, do algodão mais doce possível, aquele que adocica por toda a vida.
Voe, você pode. Agora você se desprendeu de qualquer vestígio de amarras.
31/03/11
sábado, 19 de março de 2011
Noite de Sexta me Espera
É noite de sexta e eu estou aqui, preso, sem poder sentir a energia noturna penetrar por toda a minha pele.
Quem sabe eu fuja só por essa noite. Vou me dar ao luxo de sair sem um tustão, somente com o meu cigarro entre os lábios e ir caminhar por toda essa praia que, apesar de toda a escuridão, ainda se mantém intacta.
É, eu falo sobre andar sem rumo mesmo. Virar na primeira esquina e seguir até onde eu quiser, até onde a minha intuição me guiar.
Eu sou um jovem que muitos já enxergam como adulto. Mas eu tenho uma surpresa pra vocês meus amigos, quem vos fala não é e nem pretende ser um adulto. Sigo a filosofia de sempre ser jovem, de nunca deixar a chama da juventude se apagar. Não estou me recusando a envelhecer e muito menos quero ser um neo Peter Pan ou coisa que o valha, mas eu sei que, por mais que as folhas persistam em cair, eu sempre vou manter a chama da juventude ardendo em meu coração.
Bom, acho que eu vou pular essa janela, só por essa noite mesmo. Os meus demônios estão a minha espera.
05/02/11
Quem sabe eu fuja só por essa noite. Vou me dar ao luxo de sair sem um tustão, somente com o meu cigarro entre os lábios e ir caminhar por toda essa praia que, apesar de toda a escuridão, ainda se mantém intacta.
É, eu falo sobre andar sem rumo mesmo. Virar na primeira esquina e seguir até onde eu quiser, até onde a minha intuição me guiar.
Eu sou um jovem que muitos já enxergam como adulto. Mas eu tenho uma surpresa pra vocês meus amigos, quem vos fala não é e nem pretende ser um adulto. Sigo a filosofia de sempre ser jovem, de nunca deixar a chama da juventude se apagar. Não estou me recusando a envelhecer e muito menos quero ser um neo Peter Pan ou coisa que o valha, mas eu sei que, por mais que as folhas persistam em cair, eu sempre vou manter a chama da juventude ardendo em meu coração.
Bom, acho que eu vou pular essa janela, só por essa noite mesmo. Os meus demônios estão a minha espera.
05/02/11
sexta-feira, 11 de março de 2011
A Névoa de Huracán e a Loucura de Dionísio
Eu não nasci para ser julgado como um normal. Eu odeio o politicamente correto, tenho asco de quem se força a ser um bom anfitrião e me enoja ter que manter as aparências.
Acredito que quando Huracán soprou sua névoa em meus olhos ele errou a mira e fez-me ver além do que os normais têm costume de ver. Entenda-me bem, não estou sendo egocêntrico ou coisa que o valha, eu só estou admitindo meu asco pela normalidade e a minha tendência para a loucura.
Ah, a loucura, o que seria dos seres humanos sem ela? É a loucura que me liga com Dionísio e transforma-me em um ser delirante. Sim, eu vivo em constantes delírios, freqüentes alucinações, independente do quanto isso possa me custar. E acredite meu amigo, isso me custa, e muito.
06/02/11
Acredito que quando Huracán soprou sua névoa em meus olhos ele errou a mira e fez-me ver além do que os normais têm costume de ver. Entenda-me bem, não estou sendo egocêntrico ou coisa que o valha, eu só estou admitindo meu asco pela normalidade e a minha tendência para a loucura.
Ah, a loucura, o que seria dos seres humanos sem ela? É a loucura que me liga com Dionísio e transforma-me em um ser delirante. Sim, eu vivo em constantes delírios, freqüentes alucinações, independente do quanto isso possa me custar. E acredite meu amigo, isso me custa, e muito.
06/02/11
quarta-feira, 2 de março de 2011
As Águas de Março
Eu sempre fui um livro aberto, mas não como um livro qualquer. Sou daquela espécie de livro que precisa ser lido com atenção, que possui ligação entre todas as linhas e que, muitas vezes, há a necessidade de ser relido algumas vezes, pois certos trechos podem soar um pouco confuso, enigmáticos.
Acredito que estou no meu caminho certo, mas, como todo ser humano que se preze, possuo algumas falhas. Uma delas é a minha insegurança. Desde pequeno o medo de arriscar caminha junto a mim. Nunca gostei de dar o primeiro tiro, sempre preferi estar junto com quem atira primeiro, para sentir toda aquela emoção da bala saindo do revólver em direção ao alvo, mas sem correr o risco do tiro sair pela culatra. Talvez isso seja covardia da minha parte, ou talvez seja uma possível pseudo sagacidade.
Acredito ser autêntico, mas me falta a segurança de sair do comodismo e cavar mais fundo. Não é porque estou bem que tenho que evitar procurar o paraíso, não é mesmo? Sim, eu ainda sou o ingênuo que acredita que tudo pode ser melhor.
Criei diversas metas para esse ano. Sempre achei metas uma bobagem, mas dessa vez vou fazer diferente. Vou buscar estrelas nesse céu negro e vou me atrever a olhar o que se encontra atrás dessas portas entre abertas nesse gigantesco caminho que alguns têm o costume de chamar de vida.
As águas de março vão fechar um ciclo e abrir o caminho para um novo eu, para um ser que não tem medo de arriscar.
02/03/11
Acredito que estou no meu caminho certo, mas, como todo ser humano que se preze, possuo algumas falhas. Uma delas é a minha insegurança. Desde pequeno o medo de arriscar caminha junto a mim. Nunca gostei de dar o primeiro tiro, sempre preferi estar junto com quem atira primeiro, para sentir toda aquela emoção da bala saindo do revólver em direção ao alvo, mas sem correr o risco do tiro sair pela culatra. Talvez isso seja covardia da minha parte, ou talvez seja uma possível pseudo sagacidade.
Acredito ser autêntico, mas me falta a segurança de sair do comodismo e cavar mais fundo. Não é porque estou bem que tenho que evitar procurar o paraíso, não é mesmo? Sim, eu ainda sou o ingênuo que acredita que tudo pode ser melhor.
Criei diversas metas para esse ano. Sempre achei metas uma bobagem, mas dessa vez vou fazer diferente. Vou buscar estrelas nesse céu negro e vou me atrever a olhar o que se encontra atrás dessas portas entre abertas nesse gigantesco caminho que alguns têm o costume de chamar de vida.
As águas de março vão fechar um ciclo e abrir o caminho para um novo eu, para um ser que não tem medo de arriscar.
02/03/11
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